Empreendedorismo jurídico: o que você precisa saber antes de optar por esse caminho

Hoje no Brasil se formam inúmeros bacharéis em direito todos os anos. Em um mercado com tantos profissionais disponíveis, encontrar oportunidades para construir uma carreira de sucesso e se consolidar profissionalmente pode ser uma tarefa árdua. Nesse sentido, o empreendedorismo jurídico acena cada vez mais como uma possibilidade.

Se antigamente todo mundo pensava em conquistar uma vaga em um escritório grande e renomado ou prestar concursos públicos, hoje muitas pessoas sonham em ser donas do próprio negócio.

Se você é uma dessas, continue acompanhando o post para saber quais os possíveis caminhos e as principais tendências no empreendedorismo jurídico!

As principais tendências em empreendedorismo jurídico

Se você quer empreender, é necessário entender quais as principais tendências do mercado, para descobrir qual o melhor nicho e então explorá-lo. Confira quais serão elas, no segmento jurídico, nos próximos anos:

• Escritórios de advocacia para atender nichos

As pessoas buscam cada vez mais por profissionais especialistas do que generalistas. Ser especializado em um segmento, faz com que você tenha menos concorrência e também com que os clientes tenham mais confiança no seu trabalho.

Além disso, você pode aumentar os seus honorários, pois estará oferecendo um serviço que poucas também ofertam. Algumas possibilidades para seguir com o empreendedorismo jurídico são se especializar no segmento de franchising, em startups ou até mesmo na nova lei geral de proteção de dados, já que todas as empresas estão precisando se adequar a ela.

• Análise de dados aplicados ao direito

A utilização de dados para resolução de problemas e melhoria dos resultados é uma tendência cada vez maior em todos os segmentos e no jurídico não é diferente. Então, abrir uma startup para focar nisso e terceirizar esse tipo de serviço a escritórios de advocacia é uma grande oportunidade.

Outra possibilidade é prestar consultorias sobre o assunto, utilizando softwares que cumprem essa função, como o da ForeLegal.

Inteligência jurídica

Apostar na inteligência jurídica também é trabalhar com dados. Nestes casos, o profissional capacitado deve atuar de forma preventiva, identificando quais os principais riscos que uma empresa está correndo e que podem ser resolvidos com a atuação de um profissional do direito.

Assim como na opção anterior, você pode abrir uma startup ou prestar consultoria sobre o tema para grandes empresas.

Saiba o que você precisa para abrir um negócio

Antes de abrir um negócio e investir em empreendedorismo jurídico você precisa prestar atenção em alguns aspectos. Saiba quais:

Capacidade de gestão

Se você vai abrir a sua empresa tem que entender que não será apenas um advogado, mas dono de negócio. Então, precisa trabalhar a sua capacidade de gestão.

Faça cursos, escute podcasts, leia blogs e artigos sobre o assunto e faça networking sempre que possível. Entender a importância de ser um gestor é fundamental para que o seu negócio prospere.

Além disso, prepare-se para lidar com toda burocracia que esse processo necessita, seja fazendo você mesmo ou contratando alguém capaz de fazer.

Amor pelo negócio

Se você vai ter a sua empresa, precisa amar muito o que faz, afinal, você será o principal responsável por ela e deverá cuidá-la por um bom tempo. Além disso, quando você não é empregado, não existe hora para trabalhar e o sucesso do negócio depende muito de você. Então, tenha certeza que você realmente quer isso!

Invista em network

Ser bem relacionado é fundamental para construir um negócio de sucesso, seja para conquistar clientes, parceiros ou fornecedores. Então, invista em network.

Para isso, você pode fazer cursos e participar de eventos, retomar contatos antigos ou até mesmo usar as redes sociais, especialmente o LinkedIn.

Agora que você já sabe quais são os principais desafios do empreendedorismo jurídico, vale a pena colocar todas estas questões na balança e definir se você quer mesmo optar por esse caminho. Se for o caso, tenha um bom planejamento para tirar o seu negócio do papel e saiba que apostar na tecnologia é fundamental, senão o seu negócio logo estará obsoleto.

Para ficar sempre ligado em assuntos sobre o universo jurídico e a relação do direito com a tecnologia, acompanhe as nossas redes sociais. Estamos no Facebook, LinkedIn e Instagram.

A inovação no gerenciamento do contencioso de massa

A rotina de um escritório jurídico, como se sabe, é repleta de desafios. Dentre eles, a gestão de contencioso de massa é um dos que exige mais atenção por parte das organizações, uma vez que envolve profissionais de diferentes categorias, litígios de fontes diversas e a necessidade de coordenar ações tão múltiplas quanto o acompanhamento de um processo ou a organização de pautas de audiência.

Diante deste quadro, muitos advogados encontram dificuldades no processo de alinhamento entre o gerenciamento do contencioso e a concentração em sua especialidade profissional. De sorte que, atualmente, já é possível contar com o suporte de ferramentas capazes de otimizar este controle e melhorar o dia a dia de advogados de todo o país.

Mas a tecnologia, em uma área tão complexa quanto o direito, por si só, não basta. E aqui entra o B.P.O. jurídico, uma forma inovadora de se trabalhar com grandes volumes de processos. Neste artigo, explico porque este modelo de outsourcing tem muito a contribuir com os negócios do setor.

O B.P.O. Jurídico e suas vantagens
Porque investir em um modelo de outsourcing? Este é um questionamento natural e comum feito por muitos advogados quando tratamos do tema. A resposta para esta pergunta envolve dois aspectos: econômico e administrativo.

Aspecto econômico
Sob o viés econômico, organizar um grupo de profissionais realmente qualificado para gerir um contencioso de massa envolve altos custos tanto do ponto de vista da implementação de tecnologias, quanto do capital humano. Com o B.P.O. Jurídico, por sua vez, temos uma redução de custos significativa sem que se abra mão de profissionais especializados no gerenciamento de grandes volumes de processos.

Aspecto administrativo
Formar equipes, dividir tarefas, controlar prazos e ainda cuidar das relações com clientes não é algo simples. Sob o viés administrativo, contar com o suporte do B.P.O. dá aos escritórios e advogados uma maior liberdade para se concentrar nos aspectos-chave de suas rotinas de trabalho e na atenção com clientes, deixando a cargo de especialistas focados exclusivamente nesta atividade, a gestão do contencioso.

Feitas estas observações, listo agora outras vantagens que o B.P.O. jurídico pode oferecer:

Automatização do fluxo de trabalho
Para otimizar os processos de gestão do contencioso de massa, um escritório de B.P.O. jurídico precisa contar com tecnologias e softwares de ponta que automatizem todas os serviços contratados e organize informações em uma plataforma segura.

Redução de prazos e custos
Justamente por dispor do suporte de ferramentas avançadas, o outsourcing gera uma redução significativa nos custos e prazos dos processos relacionados ao gerenciamento de contencioso, melhorando assim a gestão de litígios e permitindo que os escritórios agreguem valor aos seus serviços.

Suporte de profissionais especializados
Finalmente, só com profissionais qualificados é possível unir ganhos em otimização, sem que se perca a qualidade e confiabilidade na gestão dos processos.

Conclusão: tecnologia e qualificação podem e devem caminhar juntas
Para concluir, gostaria de observar que, nas últimas décadas, o direito evoluiu consideravelmente no plano da inovação. Novas tecnologias nos oferecem a possibilidade de melhorar o gerenciamento das rotinas de nossa profissão e ainda aliviar os custos das operações – fator essencial em momentos de instabilidade econômica como este que ainda vivemos.

Este cenário é extremamente positivo, mas, não devemos nos esquecer que, só quando a tecnologia e a qualificação profissional caminham juntas, é que temos a resposta ideal para os desafios do nosso setor. O B.P.O. jurídico oferece esta resposta no plano do gerenciamento do contencioso de massa.

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Por que a resistência de advogados a mudanças tecnológicas ainda existe?

Extremamente tradicional, o meio jurídico é, naturalmente, avesso a inovações. A resistência de advogados a mudanças tecnológicas acaba sendo uma característica do próprio mercado. Ainda não há uma cultura predominante em departamentos jurídicos e em escritórios de advocacia em investir na implantação de softwares jurídicos.

No entanto, a realidade dos escritórios é outra. Os potenciais clientes de agora são nativos digitais que, quando precisam de orientação jurídica, procuram na internet. Com poucos cliques, eles contratam advogados e tiram suas dúvidas, por exemplo.

É urgente se adaptar a essa realidade e buscar outros meios de conquistar clientes e melhorar o atendimento a eles. As equipes de gestão dos escritórios de advocacia e departamentos jurídicos precisam olhar atentamente para esse empecilho na rotina dos advogados.

Continue lendo nosso artigo para saber quais caminhos seguir para vencer a resistência de advogados a mudanças tecnológicas.

A tecnologia é ameaça ou aliada?

A função da tecnologia na advocacia é facilitar as atividades do advogado. No entanto, cabe aos profissionais decidirem se implementar um software jurídico na rotina de escritórios e departamentos jurídicos é uma ferramenta de ajuda ou uma ameaça.

Primeiramente, os advogados precisam estar preparados para as novidades que as empresas inovadoras em lawtech têm para oferecer. Ao estarem dispostos a ultrapassar essa barreira, os advogados abrem a mente e novas oportunidades surgem.

A tecnologia, aliás, também é uma excelente aliada para vencer o mercado saturado da advocacia. As novas ideias, as maneiras inovadoras de lidar com problemas antigos, refletem de maneira positiva no trabalho do advogado.

Como vencer a resistência de advogados a mudanças tecnológicas

A resistência de advogados a mudanças tecnológicas deve ser vencida com conhecimento, informação e suporte adequado.

Para ter sucesso ao implementar uma gestão tecnológica em escritórios de advocacia e em departamentos jurídicos, foque nos benefícios que o novo conceito trará para o cotidiano dos advogados. Algumas vantagens que as mudanças tecnológicas trazem:

– Automação dos processos;

– Estruturação dos dados;

– Facilidade na tomada de decisões;

– Análise preditiva baseada na realidade;

– Redução do risco de falhas em processos judiciais;

– Melhora a divisão de tarefas;

– Mais produtividade.

Mudança de mindset

O Direito não é mais o mesmo, pois a advocacia está em profunda transformação. Os advogados como vimos em épocas passadas quase não existem mais. Houve uma mudança de mentalidade muito profunda, que faz com que a tecnologia desempenhe um papel fundamental na rotina jurídica.

Com a tecnologia, os advogados contemporâneos podem focar mais nas ações táticas e estratégicas e menos na parte operacional da advocacia. Além disso, a tecnologia transforma os advogados em parceiros de negócios, com um olhar disruptivo para a profissão.

É indiscutível que a tecnologia chegou para ficar. Então, ao invés de fugir disso, divirta-se! Enxergue por outros caminhos, aprenda, procure orientações para melhorar seus processos.

Gostou do conteúdo de hoje? Para seguir recebendo informações sobre o universo da advocacia, o mundo dos negócios e tecnologia, assine nossa newsletter.

4 dicas sobre como montar o seu primeiro escritório de advocacia

Quando um advogado recém-formado sai da Faculdade de Direito, geralmente, há muitas dúvidas sobre qual caminho da carreira jurídica irá trilhar. Uma das alternativas é tentar a carreira autônoma. Seguir algumas dicas é um bom começo para quem pretende montar seu primeiro escritório de advocacia.

A competitiva carreira jurídica exige outros atributos dos advogados que optam por construir um caminho autônomo. Há outros aspectos que precisam de atenção, fora aqueles ligados ao Direito. Saber um pouco de marketing, marketing jurídico, estratégias, captação de clientes, código de ética, ferramentas de gestão fazem parte desse caminho na carreira.

Continue acompanhando nosso artigo para saber mais 5 dicas de como abrir seu primeiro escritório de advocacia e obter sucesso na carreira.

1 – Faça um plano de negócios

Plano de negócios é um documento que contém os objetivos de uma empresa. Achou essa dica muito genérica? Vamos especificá-la um pouco mais.

O advogado, primeiramente, tem que saber que é um empreendedor. E, portanto, terá que passar por algumas etapas do processo de abrir uma empresa. As 3 principais fases desse início são:

  • Identifique oportunidades;
  • Captar recursos;

A partir daí, trabalhe no plano de negócios. Comece definindo a estrutura do escritório de advocacia. Faça algumas perguntas, como qual a missão do escritório? Trabalhista? Penal? Cível?

Veja nossa próxima dica para saber como responder a essas questões.

2 – Defina seu nicho de mercado

O mundo do Direito é amplo para você ser especialista em todas as áreas. Tenha em mente em qual área do Direito você deseja atuar. Saber em qual segmento você se encaixa melhor é fundamental para ganhar mais destaque e garantir altos ganhos financeiros.

Dentro dessa categoria, você ainda precisará definir seu público-alvo. Saiba quais as necessidades que o segmento que você tem: onde estão essas pessoas, qual sua classe econômica e social.

Quem não se especializa acaba tendo menos destaque do que quem atua sempre na mesma área. Nichos como Direito do trabalho ou Direito Administrativo podem garantir altos faturamentos.

Além disso, esteja atento a novos mercados. O Direito é teoria dinâmica e está sempre se abrindo a novas áreas como o Direito Digital.

3 – Invista em tecnologia

Os softwares jurídicos chegaram para ficar nos escritórios de advocacia. Eles são aliados em questões importantes, como produtividade, organização e gestão.

Para otimizar a rotina dos escritórios, as ferramentas tecnológicas reduzem os processos repetitivos, auxiliam na tomada de decisões e melhoram a experiência do advogado com o seu cliente.

4 – Tenha coragem

Como qualquer carreira que esteja em seu início, a de advogado também têm obstáculos. Alguns como insegurança e medo estão ligados a esse começo turbulento e repleto de novidades. Não se assuste. Esses sentimentos são extremamente normais nesse começo.

Tenha em mente que, se você passou, pelo menos, 5 anos na faculdade, aprendendo e conhecendo o Direito, sua capacidade é amplamente conhecida: o conhecimento jurídico você tem!

Se o medo bater, aconselhamos que você:

  1. Se entenda como um profissional;
  2. Pense em como estará daqui a 5 anos como um advogado de sucesso;
  3. Se promova. As pessoas precisam conhecer o seu perfil profissional.

Agora que discorremos algumas dicas de como iniciar sua trajetória no ambiente jurídico e montar seu primeiro escritório de advocacia, poderemos dar outras sugestões para você. Entre em contato conosco, conheça a ForeLegal e saiba como podemos lhe ajudar nesse início de carreira.

Inteligência jurídica: saiba por que você precisa conhecer esse conceito

Você já ouviu falar em inteligência jurídica? O conceito é relativamente novo, mas está cada vez mais em voga, visto que foca na ideia de que é necessário antever os problemas e não esperá-los, para depois encontrar uma maneira resolução para eles. Então, com a adoção dessa prática, surge um novo ramo de atuação para os advogados.
Apesar do termo jurídico, esta é uma área que está mais ligada aos negócios do que ao Direito, já que além de necessitar do conhecimentos de leis e jurisprudências, prescinde de conhecimento de gestão, para entender como uma melhor aplicação do Direito pode ser benéfica para as empresas.
Por isso, nesse artigo vamos explicar do que se trata a inteligência jurídica, como é aplicável no dia a dia das empresas e de que forma um escritório de advocacia pode começar a oferecer o serviço. Ficou curioso para saber mais sobre o assunto? Continue acompanhando!

O que é inteligência jurídica?

Basicamente, a inteligência jurídica pretende desenvolver uma frente de atuação preventiva, evitando possíveis processos que uma empresa pode vir a receber. Para isso, trabalha-se com big datae análises de risco.
A inteligência jurídica está intimamente ligada à tecnologia e ao compliance, visto que é através da análise de dados que é possível entender algumas questões importantes para aplicar o conceito, como: qual o departamento da minha empresa que mais gera processos? Que falhas ocasionam problemas legais? Quais práticas dão prejuízo?
Com esse mapeamento, a ideia é ajustar internamente essas questões, com uma gestão eficaz, minimizando os problemas que acabam na esfera legal.
Durante muito tempo os empresários acreditavam que manter um departamento jurídico estruturado ou ter o contrato com um escritório era muito caro, por isso, utilizavam apenas como forma de remediar problemas.
Hoje, inúmeros estudos de ROI já indicam que prevenir sai mais em conta, especialmente levando em conta a morosidade do judiciário brasileiro. Um processo demora anos para se resolver e, durante todo tempo que está tramitando, está custando dinheiro.

Além disso, esse conceito está cada vez mais em alta não somente pelos custos que perder um processo pode trazer, mas principalmente pelos danos que pode causar antes mesmo da decisão do juíz. Afinal, existem prejuízos intangíveis envolvidos neste tipo de questão, como os danos causados à imagem da marca.

Como um escritório de advocacia pode começar a atuar no ramo?

Se você quer aproveitar essa tendência para ampliar os segmentos de atuação do seu escritório, vale a pena seguir algumas dicas.

Aposte na tecnologia

Sem tecnologia é praticamente impossível trabalhar com inteligência jurídica. Afinal, você teria que coletar e tabular os dados manualmente, o que além de levar muito tempo, não garantiria a fidelidade dos resultados.
Então, é preciso contar com o apoio de softwares que sejam capazes de fazer esse trabalho automaticamente, em poucos segundos. Hoje eles já existem e também estão ligados a outro conceito que está em alta, a jurimetria, que tem bastante interface com a inteligência jurídica.

Capacite a sua equipe

Não basta contar com as máquinas e softwares mais modernos se a sua equipe não está capacitada para operá-los, mas, principalmente, se essa mentalidade mais preventiva não estiver no mindset do seu time.
Portanto, capacite-os, focando não somente na parte técnica necessária para fazer a tecnologia funcionar, mas principalmente na mudança de cultura que precisa ocorrer, visto que muitas vezes advogados são pessoas conservadoras. Mostre a importância dessa mudança e esteja sempre disposto a contribuir com o crescimento intelectual deles!

Busque grandes empresas

Para entrar em um novo segmento você precisa de clientes. E, geralmente, as grandes empresas é que estão dispostas a apostar primeiro nas novidades. Portanto, foque a sua prospecção nesse tipo de público.
Faça muito network, seja através de eventos ou de redes sociais como o LinkedIn e esteja preparado para mostrar para estes empresários e gestores o valor da inteligência jurídica.

Com tantas transformações ocorrendo no mundo, é natural que elas chegassem também ao segmento jurídico, como é o caso dessa mudança de paradigma. Portanto, se você não quer ficar para trás, busque conhecer e se especializar rapidamente em inteligência jurídica, pois é uma habilidade cada vez mais necessária para os advogados e empreendedores do meio.
Ficou com alguma dúvida sobre inteligência jurídica? Deixe seu comentário no post que nós te responderemos!

4 dicas de marketing jurídico para alavancar o seu escritório

Um dos grandes desafios de quem tem um escritório de advocacia é o marketing jurídico, principalmente porque a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), através de seu código de ética, restringe muitas práticas nesse âmbito. Entretanto, é possível fazer divulgação dos seus serviços sem desrespeitar essas normas.

Neste artigo vamos apresentar algumas possibilidades de marketing jurídico que podem ser aplicadas no seu escritório para aumentar seu número de clientes e seu faturamento. Quer saber mais? Continue acompanhando!

Crie um blog

Um aspecto muito importante no que se refere ao marketing para escritórios de advocacia, é que você pode utilizar a comunicação de caráter informativo, mas não publicitário. Portanto, você pode e deve aproveitar o seu site para criar um blog sobre a sua especialidade.

Crie conteúdo interessante para o seu público. Isso vai atraí-los até seu site, por meio das buscas no Google, mas também trará valor para você enquanto profissional, já que seu cliente enxergará você como uma autoridade sobre o assunto. Lembre-se de que os textos devem ter caráter educativo!

Renove os cartões de visita e a papelaria

Se não é possível apostar na publicidade, é importante ter em mente que uma boa imagem pode fazer a diferença na cabeça de um potencial cliente. Certifique-se, primeiramente, de ter uma marca que comunique o que você quer passar e que seja pensada levando em conta o seu público-alvo.

Com isso, o próximo passo é ter um cartão de visita que seja bonito e funcional, com todos os dados do seu escritório atualizados. A papelaria, como pastas e papel timbrado também são muito importantes. Aposte em materiais de qualidade, mesmo que para iso você precise investir um pouco mais. Eles fazem toda diferença.

Envie newsletters

Com seu site e blog no ar você pode coletar e-mails de pessoas que estejam interessadas em saber mais sobre o assunto que você domina e que, portanto, podem ser potenciais clientes. A partir disso, o ideal é investir em uma estratégia focada no relacionamento com esse público.

Uma boa prática é apostar no envio de newsletters para esses contatos. Pelo menos uma vez por mês, faça uma seleção dos melhores conteúdos publicados, monte um bom e-mail e faça o disparo para a sua base. Essa é uma boa estratégia para nutrir esses leads até o momento de fechar o contrato.

Utilize as novas tecnologias para surpreender possíveis clientes

O mundo está mudando rapidamente e, neste cenário, o Direito também está. Portanto, quando falamos em novas tecnologias não estamos nos referindo às mídias sociais ou a internet, mas a algo além disso.

Aqui, entra o uso de big data jurídico, por exemplo. Essa solução pode ser utilizada no momento da prospecção e da negociação com um prospect, já que através da inteligência de dados você pode conhecer o comportamento da carteira de clientes dele e surpreendê-lo com informações enquanto busca fechar o contrato.

Hoje, existem ferramentas no mercado que oferecem esse serviço, como a da ForeLegal, e que podem ser utilizadas não somente no momento da venda, mas também no dia a dia dos advogados, que terão muito mais insumos para a tomada de decisão nos processos.

Essas estratégias são um bom ponto de partida para você iniciar o marketing jurídico do seu escritório de advocacia. Em conjunto com uma boa gestão, tecnologia e uma equipe engajada e produtiva, essas práticas alavancarão os resultados do seu negócio.

Gostou de descobrir as possibilidades do marketing jurídico apesar das restrições da OAB? Então compartilhe esse texto em suas redes sociais e apresente essas alternativas para outros colegas do Direito!

4 habilidades necessárias para o advogado do futuro

Muito se fala sobre as transformações que a tecnologia está trazendo para o mundo jurídico, mas, para entender completamente essa mudança de paradigma, precisamos ir mais a fundo em outras questões que têm relação direta com isso, como quem é o advogado do futuro? Afinal, esse profissional será responsável por capitanear o processo.

Por isso, no artigo de hoje falaremos sobre algumas habilidades cada vez mais necessárias para os profissionais do direito. É importante lembrar, que com tanta disrupção acontecendo, não podemos mais falar que essas capacidades serão requisitadas apenas no futuro. É essencial dominá-las já no presente.

Quer saber no que você precisa melhorar ou o que levar em consideração na hora de contratar um advogado? Continue acompanhando!  

1. Análise de dados e inteligência jurídica

É aqui que se encontra o futuro da advocacia. Se você quer saber mais sobre o assunto, procure ler sobre big data, jurimetria e análise preditiva, assuntos que estão em alta e se apresentam como uma tendência para os próximos anos.

Por isso, o advogado do futuro precisa ter capacidade analítica. É fundamental que ele tenha facilidade para interpretar dados e a partir deles tenha insights e consiga tomar a melhor decisão para os processos.

Além disso, observe também se ele tem em seu mindset o conceito de inteligência jurídica, que vai muito além de conhecer leis, mas busca utilizar o direito como um instrumento de prevenção e economia para a empresa.

2. Noções de controladoria

Neste artigo não estamos falando de controladoria contábil, mas sim jurídica. Basicamente, o profissional que preza por isso têm maior organização com prazos, documentos e consegue dar suporte para que toda equipe do escritório consiga prestar um serviço jurídico melhor.

Então, ele traz agilidade, qualidade, segurança e aumento de produtividade para a empresa, à medida que realiza trabalhos burocráticos que poderiam estar travando os advogados responsáveis pelo contencioso. Com isso, estes últimos podem estar totalmente focados na parte estratégica e no conhecimento jurídico que é necessário para vencer as causas dos clientes.

3. Gestão de pessoas e financeira

No contexto atual é muito importante que profissionais de todas as áreas entendam pelo menos um pouco de gestão. Afinal, em um ambiente tão competitivo, saber como desenvolver e motivar pessoas e gerir a vida financeira e administrativa de uma empresa é um diferencial.

Aquela noção de que um escritório não precisava ser administrado como uma empresa é passado. Nesse ramo também é necessário prospectar clientes, aumentar a produtividade das pessoas, controlar o fluxo de caixa e gerar lucro, como em qualquer negócio. Por isso, o advogado do futuro precisa também saber sobre isso.

4. Conhecimento da tecnologia

Pode parecer muito básico, mas achamos importante frisar a necessidade que o advogado do futuro têm de ser uma heavy user de tecnologia. Seja para manusear aplicativos no smartphone que facilitarão o dia a dia dele, para acompanhar os processos nos tribunais ou para operar softwares que farão parte da rotina do escritório.

Além disso, esse conhecimento é necessário para que o profissional esteja alinhado à transformação digital e entenda as máquinas e softwares como um ativo indispensável em seu trabalho. Caso contrário, será difícil integrar essa pessoa nesse contexto e poderá prejudicar a implementação da tecnologia na empresa.

Podemos concluir, então, que o advogado do futuro precisa ter uma série de habilidades complementares ao conhecimento jurídico necessário. Não basta conhecer todos os códigos e leis e não ter a flexibilidade de se adaptar a um ambiente em constante mudança. Com as transformações que estão ocorrendo, esse é o momento de correr atrás dessas qualificações e também de profissionais que as possuam, para compor com você uma equipe capaz de enfrentar esse cenário.

Quer saber mais sobre as habilidades necessárias para o advogado do futuro? Acompanhe as nossas redes sociais. No Facebook, LinkedIn e Instagram estamos sempre postando novos artigos sobre estes e outros assuntos interessantes para o universo jurídico.

Aplicativos para advogados: conheça 5 que são indispensáveis no seu dia a dia

As inovações tecnológicas surgem com um mesmo objetivo: facilitar a vida das pessoas. E hoje, elas são muitas. Se antigamente você precisava organizar uma pilha enorme de papel ou realizar manualmente inúmeras atividades burocráticas, agora pode fazer tudo isso através do seu smartphone, por meio de aplicativos para advogados.
Com um bom celular e conhecimento sobre os melhores apps, você tem diversas soluções na palma da sua mão. Neste artigo vamos apresentar para você 5 aplicativos que são indispensáveis no dia a dia de um advogado. Quer conhecer? Então, continue acompanhando!

1. Legal Cloud

Esse app nada mais é do que uma calculadora de para acompanhamento de prazos processuais. Você pode baixá-la gratuitamente na loja de aplicativos do seu smartphone. A sua utilização é muito simples, basta colocar a data da publicação do processo e a quantidade de dias que ainda faltam para o seu vencimento.
Além disso, você pode escolher qual dos códigos quer que o processo siga: CPC, CPP, CLT ou JEC e qual o tribunal da ação. Automaticamente a calculadora apresentará a data final do seu prazo.

2. Google Agenda

O Google tem uma gama variada de aplicativos para facilitar o dia a dia das pessoas. Um deles é o Google Agenda, que permite você gerenciar seus compromissos de forma fácil e compartilhável.
Quando precisar marcar uma reunião, por exemplo, você pode convidar os outros participantes facilmente, enviando automaticamente um e-mail para eles. Além disso, se o convidado não tiver aquele horário disponível, você recebe um aviso e uma sugestão de um novo horário, que contemple todos os envolvidos.
Mas, é claro, essas funcionalidades só estão disponíveis se os outros participantes também tiverem o Google Agenda instalado.

3. Cam Scanner

Embora não seja propriamente um aplicativo para advogados, o Cam Scanner pode ser muito bem aproveitado por profissionais dessa categoria. Afinal, quem nunca perdeu muito tempo tentando escanear um documento, seja pela falta do equipamento ou pelas dificuldades em manuseá-lo?
Então, o CamScanner surge para suprir essa necessidade. Com esse app você consegue escanear qualquer documento utilizando a câmera do seu celular. O aplicativo ainda permite que você faça a busca por termos e recorte as imagens. Elas podem ser salvas em pdf ou jpeg e você pode salvá-las no rolo da câmera ou enviar via e-mail. Prático, não é?

4. Vade Mecum online

Um dos grandes desafios dos estudantes de direito no começo da faculdade é carregar o Vade Mecum. Depois de formado, você pode muito bem deixar o livro em seu escritório e assim consultá-lo sempre que for necessário.
Brincadeiras à parte, hoje o Vade Mecum online é um dos aplicativos para advogados mais utilizados. Afinal, ele é gratuito e pode ser acessado a qualquer momento e em qualquer lugar. Vale a pena baixar o app e ter sempre o livro ao alcance das suas mãos!

5. CamCard

Para terminar a nossa lista de apps para advogados, vamos apresentar o CamCard. Ele é uma excelente opção para quem participa de muitos eventos ou quem é responsável pela prospecção de clientes para o escritório. Afinal, essas pessoas costumam receber muitos cartões de visita.
O CamCard utiliza a câmera do seu smartphone para escanear os cartões que você recebe e salvar os dados automaticamente na lista de contatos do seu celular. Assim, você pode acessá-las sempre que precisar e não precisa ficar guardando um grande volume de cartões.

Percebeu como a tecnologia pode facilitar o seu dia a dia e a sua rotina de trabalho muito mais do que você pensa? Utilizando esses aplicativos para advogados, você encontra inúmeras soluções que antes pareciam muito difíceis, no seu smartphone, na palma das suas mãos.
Se você quer ficar por dentro de outras novidades sobre o segmento jurídico e receber muito conteúdo de qualidade sobre o assunto, siga as nossas redes sociais. Estamos no LinkedIn, no Facebook e no Instagram.

4 dicas para conquistar novos clientes na advocacia

Tanto advogados em início de carreira quanto os profissionais que já têm algum tempo de mercado sabem o quanto é difícil conquistar novos clientes na advocacia. Com o aumento da competitividade na área jurídica, manter uma cartela de clientes renovada é um desafio, que, com algumas dicas, pode ser vencido.

Para começar, é importante que escritórios de advocacia sejam vistos como um negócio, que tem contas para pagar, compromissos trabalhistas para honrar e que, para continuar sendo bem vistos no ramo, devem estabelecer uma boa relação com clientes e sempre ir atrás de novos contratos.

Continue acompanhando nosso artigo para saber como prospectar e alavancar a cartela de clientes do seu escritório de advocacia.

1. Defina um nicho de atuação

Quando uma pessoa procura por um advogado, busca confiança e um profissional que tenha conhecimento sobre o assunto para o qual ela quer reparação jurídica. Se você for um generalista, não conseguirá atingir esse objetivo, deixando potenciais clientes inseguros sobre sua capacidade de levar a ação adiante.

Pesquise em qual área de atuação seu escritório pode se encaixar, qual segmento jurídico tem um mercado potencial na região aonde você reside. Uma boa orientação é ir atrás de fontes como associações de classe, prefeituras e grupos locais de sua cidade.

É dessa maneira que você vai conseguir identificar público-alvo e demandas.

2. Invista no marketing digital

A internet é uma parceira eficiente dos escritórios de advocacia na captação de clientes. Use-a da melhor maneira possível. Postagens em blog, redes sociais atualizadas, atendimento online são as estratégias de marketing digital mais utilizadas no ambiente jurídico.

Gerar conteúdo para atrair o cliente, focar sua atenção e construir uma relação. Essa é uma das maneiras mais eficazes para conquistar novos clientes na advocacia.

E, claro, não esqueça. Para atingir seu público-alvo, a ética é fator fundamental. Siga o Código de Ética da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). O foco é a disseminação de conteúdo, não a contratação dos serviços prestados.

3. Não fique somente dentro do escritório

Os advogados que gerenciam seus próprios escritórios devem, além de atender clientes, realizar planejamento estratégico, saber o quanto cobrar por seus honorários, pesquisar fontes e clientes fora das quatro paredes.

O profissional de sucesso tem como uma característica elementar a pró-atividade, sempre buscando executar seus projetos e sair do campo das ideias. Essa teoria é adequada para os advogados, que precisam estar alinhados com o mercado jurídico e conectados às novas práticas da advocacia.

4. Mantenha sua equipe motivada

Incentivar os funcionários do seu escritório é um ganho não apenas para captar clientes, mas também em outros pontos para o negócio: produtividade e rendimento. Um colaborador motivado atende melhor, tem mais chances de fidelizar o cliente e, ainda, fazer com que ele promova o escritório.

Pense em estratégias para alcançar um modelo promissor entre os advogados do escritório. Você pode, por exemplo, colocar uma meta a ser batida de prospecção de novos clientes e, a partir disso, distribuir recompensas pelos resultados.

Um escritório atuante e profissional não pode deixar de investir em sua carta de clientes. Manter-se no mercado jurídico é um exercício que exige estar sempre atualizado quanto a atendimentos, agilidade e conhecimento.

Utilizar ferramentas tecnológicas para melhorar o atendimento em seu escritório é nossa dica extra, que serve para, além de ampliar a carta de clientes, obter sucesso e reconhecimento.

Gostou das nossas dicas de como conquistas novos clientes na advocacia? Para outras sugestões de como alavancar seu negócio, modernizar o atendimento e aumentar a produtividade no seu escritório, assine nossa newsletter e receba os melhores conteúdos sobre o mundo jurídico.

TI nos escritórios de advocacia como agente proativo ao invés de reativo

A Tecnologia da Informação vem transformando, ou melhor, já transformou o mundo, a vida das pessoas e das organizações. Atualmente é impossível viver sem a presença dela. Mesmo numa simples atividade ela está presente, se não diretamente, de forma indireta. Sendo assim, a TI nos escritórios de advocacia já é algo que modifica e facilita a rotina dos profissionais da área.

Com o passar do tempo a sua presença e o seu uso tem sido vital para sobrevivência dos negócios. Ou seja, sem a utilização dos recursos tecnológicos muitas das atividades tornam-se inviáveis operacional e/ou financeiramente.

Várias organizações e segmentos de mercado já perceberam isso e têm canalizado investimentos significativos não só para sobreviver, mas para superar a concorrência, aumentar a segurança, a agilidade e a lucratividade, surpreendendo e ganhando mercado. Mas, os benefícios da T.I não param por aí… ela pode auxiliar em tudo aquilo que a sua criatividade conseguir imaginar.

A TI no segmento jurídico

No entanto, existem alguns segmentos que usam a TI., mas não exploram todo o seu potencial, tudo aquilo que ela pode e deve agregar ao negócio. Dentre estes, o segmento jurídico.

Apesar de crescente o uso da TI nos escritórios de advocacia e pelos diferentes agentes do segmento jurídico, ainda existem inúmeros operadores deste mercado que mal sabem o que é um GED – Gestão Eletrônica de Documentos; ERP – Enterprise Resource Planning ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial; CRM – Customer Relationship Management ou Gestão de Relacionamento com o Cliente, que dirá, então, Inteligência Artificial.

Estas ferramentas tecnológicas, assim como muitas outras, já estão disponíveis há muitos anos, ajudando na melhora do desempenho, agilidade e segurança das organizações. As áreas de TI. dos escritórios de advocacia (digo com segurança, na grande maioria deles) ocupam de fato um papel coadjuvante. Estão ali para, em parte significativa das vezes, apagar incêndios.

Dentre as atividades desenvolvidas, estão dar suporte ao usuário, o famoso help desk; fazer cotação de preço; entender a usabilidade de ferramentas sugeridas pelos sócios que ouviram falar de algo, mas não sabem exatamente para que serve; resolver problema burocrático simples, que deveria ser solucionado pelo próprio usuário (sócio, advogado, estagiário, secretária, administrativo), como por exemplo fazer uma comparação de documentos no Word, ou elaborar uma apresentação em PowerPoint; ou só são lembrados quando ocorre algum problema.

Entretanto, alguns escritórios mais avançados já estão atentos a novidades de aplicativos e plataformas que aparecem no mercado, buscando o entendimento da sua aplicabilidade e sugerindo aos sócios a aquisição e implantação. Porém, isto é muito pouco!

Como deveria ser o cenário ideal

A área de tecnologia da informação deveria ter assento no board dos escritórios, nas reuniões de sócios, “pautando” não somente estes, mas também o mercado de prestadores de serviço de tecnologia para o mercado jurídico.

Os profissionais deveriam ter como responsabilidade entender do negócio jurídico, participar da estratégia do escritório, das dificuldades operacionais e planos futuros e sugerir soluções tecnológicas para ajudar a sociedade a alcançar seus propósitos de maneira cada vez mais eficiente, com agilidade, segurança e economia.

Além destas responsabilidades e atribuições, deveriam acompanhar o mercado de desenvolvimento para orientarem a sociedade qual caminho seguir e como se organizar estruturalmente, produzir e entregar o serviço jurídico. Igual vemos em outros segmentos, como exemplo, no varejo, onde as ferramentas tecnológicas estão redirecionando o formato das lojas, de física para virtual; ou na indústria automobilística que vem redefinindo seus veículos!

Sabedores das necessidades imediatas e futuras, também deveriam levar para as empresas desenvolvedoras de soluções tecnológicas as carências deste segmento, para que estas desenvolvam aplicativos e plataformas, trazendo soluções. No entanto, o que observamos atualmente são software houses, startups, desenvolvendo soluções e levando aos escritórios. Nada contra, muito pelo contrário, isto deverá continuar existindo e é extremamente saudável, mas não deve ser a única forma deste movimento acontecer.

A partir do momento que os escritórios entenderem o papel da TI nas suas organizações, investirem em quadro capacitado, darem espaço, e principalmente ouvirem atentamente e seguirem suas orientações, assumindo que estes profissionais estão melhores qualificados para esta função, estas sociedades darão um salto frente à concorrência que insiste em ver o profissional da TI como um simples burocrata necessário!

Percebeu como a TI nos escritórios de advocacia pode facilitar o dia a dia dos advogados e agregar muito valor ao negócio? Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais para que mais pessoas conheçam a revolução que a tecnologia da informação pode causar no setor jurídico.

Por Mario Esequiel
Consultor ForeLegal e sócio fundador da Bórea

A transformação de custos fixos em variáveis

Ser especialista em seu negócio, conhecer cada detalhe e manter-se constantemente atualizado é um pré requisito para qualquer empresa de sucesso. As finanças de sua empresa entram neste contexto como um dos pontos de maior cuidado. Pretendo neste artigo abordar uma parte importante deste setor: os custos fixos e variáveis, seu impacto e como podem, se bem geridos, impulsionar sua empresa.

Custos fixos e variáveis

Saber o que são custos fixos e variáveis é essencial para o bom planejamento financeiro de sua empresa. Com eles você pode calcular de maneira mais assertiva o preço de seu produto ou serviço e planejar possíveis expansões ou retrações de investimentos de forma mais ágil, evitando assim impactos negativos em sua lucratividade.

Os custos fixo são os custos que, independentemente da produção ou venda, terão de ser pagos em determinado período. Aluguel, limpeza, segurança e serviços administrativos são alguns dos custos fixos mais comuns de qualquer empresa. Já os custos variáveis são aqueles que dependem de sua produção. Matéria-prima, comissões de vendedores, participações nos lucros também são alguns dos custos que derivam de sua produção ou venda, por isso o nome “variáveis.

Em uma fábrica de cadeiras, por exemplo, os custos fixos são o aluguel do espaço, água, energia elétrica, manutenção do local (limpeza, segurança etc.), telefone, internet, salário da equipe que produz as cadeiras e o salário da equipe administrativa, que pode contar com funcionários das mais diversas especialidades, como contadores, administradores, advogados, recursos humanos, comercial, comunicação entre tantas outras especialidades que compõe uma grande organização. Já os custos variáveis são a matéria prima para a construção da cadeira, energia elétrica vinculada a produção e transporte da mercadoria. Todos estes custos devem ser pagos com o lucro obtido pela venda de sua mercadoria (cadeiras). Sem conhecer todo esse universo não é possível calcular o preço ideal, podendo gerar prejuízos (vender por menos que o necessário) ou correr o risco da estagnação do produto (preço não competitivo).

Transformando custos fixos em variáveis

Mesmo sendo impossível acabar com todos os custos fixos, alguns podem sim ser substituídos por variáveis de maneira eficiente. E qual a vantagem disto? Dada a natureza “fixa” desta modalidade de custos, como o próprio nome já diz, mesmo sem que ocorra uma oscilação no preço de venda, na oferda e demanda do produto, este custo continua lá, retirando uma porcentagem do seu caixa. Isto pode levar a graves problemas, prejudiciais para o bom funcionamento de seu negócio, em especial em mercados extremamente voláteis como o que encontramos hoje no Brasil. O Business Process Outsourcing (BPO) é uma maneira de transformar alguns destes custos fixos em variáveis.

Realizando o BPO em algum setor administrativo, por exemplo, pode-se transformá-lo em variável, aumentando ou diminuindo a quantidade de funcionários para determinado setor conforme a demanda. Se, retomando o exemplo da fábrica de cadeiras, em um mês é previsto que a demanda por cadeiras seja baixa, é natural que os responsáveis pelo setor de compras adquiram menos madeira (matéria prima) neste período, diminuindo assim os custos, já que menos dinheiro será arrecadado neste ínterim. A demanda por administradores da mesma forma pode diminuir, afinal uma menor quantidade de produtos está sendo comercializada. Entretanto por sua natureza “fixa”, este custo se manterá neste período. Se realizado o outsourcing da área é possível acordar com o seu fornecedor que, em determinado mês, não precisará por exemplo de três funcionários desta área, sendo apenas um o suficiente para a demanda de trabalho. Com isto o seu custo diminui, acompanhando a baixa na produtividade e os mesmo funcionários podem ser realocados pela empresa prestadora de serviço em outra companhia cliente.

Devemos buscar a dinamização de nossos negócios, tornando-os flexíveis a fim de alcançar o sucesso. Como dito na célebre frase do ator e lutador de artes marciais Bruce Lee, “seja como a água que abre caminho através das pedras: não se oponha ao obstáculo; contorne-o!”.

Análise preditiva: como utilizar esse método na advocacia?

No universo corporativo, em qualquer que seja o segmento, a tomada de decisão é um dos momentos mais complicados. Afinal, é nessa hora que você está correndo risco de errar e colocar todo um trabalho à prova. Entretanto, hoje já existem formas de minimizar esses riscos. Uma delas é a análise preditiva.

Esse método que une estatística com tecnologia, possibilita prever resultados e, portanto, auxilia na tomada de decisões. Com a preditividade, a atuação dos profissionais muda bastante e fica cada vez mais assertiva, não importa em qual segmento ela seja utilizada.

Você já ouviu falar desse método? Se a resposta for negativa, não se preocupe. Nesse texto nós vamos te explicar o que é análise preditiva, como ela pode ser utilizada no meio jurídico e de que forma implementá-lo em um escritório de advocacia. Acompanhe!

O que é análise preditiva?

A análise preditiva é uma metodologia que utiliza dados estatísticos para prever situações futuras. Basicamente, o processo consiste em coletar dados, analisá-los e, com base neles, prever resultados futuros para assim orientar a tomada de decisão.

A análise desses dados é feita através de machine learning, ou aprendizado das máquinas e inteligência artificial, como denominamos o conceito em nosso país. Basta configurar o algoritmo para que as máquinas efetuem cálculos estatísticos capazes de apresentar prognósticos e atuar na resolução de problemas.

Apesar de ser uma metodologia muito eficiente, a análise preditiva ainda é pouco conhecida e explorada no Brasil. Uma pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef/SP) apontou que 70% dos executivos brasileiros nunca usaram a preditividade.

Como utilizar análise preditiva na advocacia?

Sabemos que a tendência das ações é que elas se repitam, a menos que algo diferente ocorra para mudar o padrão. Pensando no universo jurídico, poderíamos pensar em tribunais e juízes, por exemplo.

Assim, utilizando big data e tecnologia somos capazes de aplicar a metodologia da análise preditiva para traçar um histórico de decisões tomadas por um juiz e, com base nesses dados, decidir de que maneira conduzir um processo desse magistrado. Esse é somente um exemplo de como poderíamos aplicar o método no segmento jurídico.

Fica claro, portanto, que a análise preditiva é uma metodologia que pode transformar a atuação dos escritórios de advocacia. Entretanto, sabemos que é muito difícil — para não dizer impossível — fazer esse processo de forma manual.

Já pensou quanto tempo você perderia coletando esses dados? E, para além da coleta, de que forma poderia fazer a análise deles? Quantos profissionais seriam necessários para chegar ao resultado que os computadores podem apresentar em minutos?

De que forma aplicar o método em um escritório de advocacia?

A solução para aplicar a metodologia em um escritório de advocacia e contar com o grande auxílio da preditividade no meio jurídico é contratar softwares que cumprem com essa função.

Além da contratação do software, é importante implementar em seu escritório uma cultura voltada para a tecnologia. A sua equipe precisa entender que os computadores não vem para substituir o trabalho dos advogados, mas facilitá-lo.

Nesse sentido, é importante também treinar a equipe para extrair o melhor desses dados. Eles precisam saber interpretar corretamente as análises e a partir disso elaborar os processos com a melhor previsão de acerto e chances de vitória para o cliente.

A ForeLegal é pioneira em soluções de análise preditiva para o mercado jurídico no Brasil, O software faz o trabalho de forma rápida, segura e com muita qualidade, entregando os resultados que você espera. Além disso, ele é bastante intuitivo e fácil de operar.

Se você não quer ficar para trás e perder mercado para a concorrência, já passou da hora de investir em tecnologia e trabalhar com preditividade. Assim como o método já revolucionou outros mercados, como o de marketing, ele está revolucionando também o universo jurídico.

Se quiser saber mais sobre a ForeLegal e nossas soluções de análise preditiva, entre em contato conosco e descubra de que forma podemos ajudar a melhorar o trabalho do seu escritório de advocacia.

Relatório e dashboard jurídico: quais as diferenças?

A entrega de relatórios já pode ser considerada uma prática ultrapassada nos melhores escritórios de advocacia. A tendência hoje são os dashboards jurídicos. Em um primeiro momento, você pode achar que eles são a mesma coisa, mas a verdade é que existem muitas diferenças entre essas duas formas de tratar e analisar dados.

Para desfazer a confusão e esclarecer as dúvidas a respeito das diferenças entre eles, preparamos este artigo. Apresentaremos, de forma clara e objetiva, o que cada uma delas pode fazer pelo seu escritório. Quer saber mais? Então, continue acompanhando!

Relatórios

Comumente utilizados para apresentar resultados para superiores ou clientes, os relatórios são um compilado de dados, ou como o nome sugere, relatos, de uma determinada ação, estratégia ou trabalho desenvolvido.

No geral, são apresentados em arquivos de texto ou tabelas do Excel e demandam muito trabalho manual do responsável por fazê-los. Muitas vezes são bastante descritivos, em vez de serem analíticos.

Dashboards

Os dashboards são painéis de controle que apresentam métricas, dados e indicadores importantes para a tomada de decisão. Enquanto os relatórios geralmente são apresentados em forma de texto, dashboards são visuais e facilitam a assimilação das informações apresentadas.

Na maior parte das vezes são criados por robôs ou máquinas, cabendo às pessoas apenas trazer insights sobre os dados coletados e fazer inferências a respeito deles.

As principais diferenças entre relatório e dashboard jurídico

Agora que você já entendeu os dois conceitos, que tal entender, na prática, quais as principais diferenças dessas entre eles?

Produtividade

Um dashboard traz muito mais produtividade para a sua equipe do que a produção de relatórios. Primeiro, porque para elaborar um relatório é necessário muito tempo e um advogado alocado especialmente para isso. Além disso, a análise dos dados de um dashboard ocorre de maneira muito mais intuitiva, rápida e fácil, aumentando o tempo que pode ser dedicado aos processos.

Profundidade nos dados coletados

Por melhor que seja um profissional e maior que seja o esforço, pode-se dizer que é impossível atingir em um relatório a profundidade de dados que um dashboard pode entregar. Afinal, nos paineis de controle, os dados são coletados por softwares. O trabalho dos robôs permite capturar e analisar um volume muito mais robusto de informações do que uma pessoa seria capaz.

Resultados mais estratégicos

Se você optar por trabalhar com dashboards, o tempo que um advogado perderia coletando dados e montando relatórios pode ser dedicado somente à análise das informações e o levantamento de insights.

Assim, com inteligência jurídica, e se utilizando das maravilhas da jurimetria, o profissional pode atuar de forma preventiva, evitando problemas jurídicos para a empresa ou preditiva, potencializando muito as chances de vitórias nos processos dos clientes.

Profissionalismo para apresentar os dados aos clientes

Você já ouviu aquela máxima que não basta ser bom, é preciso mostrar que é bom? Quando você trabalha com dashboards, os dados são apresentados de uma forma muito mais profissional, facilitando a entrega e o compartilhamento das informações com o cliente. Ele vai perceber a qualidade e o valor do seu trabalho quando receber gráficos e métricas que realmente fazem a diferença no seu negócio, como a porcentagem de chance de vencer uma causa em um determinado tribunal, de acordo com a análise preditiva que somente um software é capaz de fazer.

Agora que você já sabe a diferença entre relatório e dashboard jurídico, é muito mais fácil compreender a importância de trabalhar com dados mais complexos, que fornecerão informações mais ricas para as análises realizadas pelo seu time de advogados. Para isso, contrate um software capaz de coletar e tratar esses dados, como a ForeLegal.

Gostou de saber mais sobre relatórios e dashboards jurídicos? Então confira outro texto do nosso blog, para saber mais sobre a importância do big data na advocacia.

As 4 principais tendências da advocacia para 2020

O próximo ano para o mercado jurídico será de muitas oportunidades. Dentre as principais tendências da advocacia para 2020, há algumas que estão sendo aprimoradas há tempos e outras que prometem modificar a relação entre advogados e clientes.

As tendências para o ano que vem serão, principalmente, nas áreas de tecnologia, relacionamento e conhecimento. Siga nos acompanhando para saber quais as 4 principais tendências para 2020 que os advogados devem ficar atentos.

1 – Possível atualização do Código de Ética e Conduta da OAB

Manter-se atualizado quanto ao que muda na área jurídica é o mínimo que um advogado antenado nas tendências do ramo precisa ter. A expectativa é que 2020 seja um marco para a advocacia nesse sentido, com mudanças consideráveis em materiais fundamentais para os escritórios.

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), por meio de seu presidente Felipe Santa Cruz, já demonstrou interesse em modificar o Código de Ética da instituição, a fim de se realinhar aos novos tempos de publicidade institucional.

Portanto, podemos ter expectativas boas para que, em 2020, os advogados tenham mais segurança para investir no marketing jurídico dos escritórios.

2 – Desenvolvimento de novas competências

O mundo do Direito exige advogados menos operacionais e mais estratégicos. Não é obrigação do profissional somente conhecer leis, advogar em nome do seu cliente e da sua comunidade.

O bom advogado deve desenvolver capacidades na questão comportamental, como ter perfil empreendedor, ser mais colaborativo e estar mais conectado a especialistas de tecnologia e a gerentes de projetos, por exemplo.

Nossa sugestão é que você se alie às outras áreas de seu escritório e participe da criação de soluções que alcancem os anseios da sua cartela de clientes.

3 – Humanização do Direito

Mesmo com a revolução digital que a internet ainda vem causando, há um aspecto humano no exercício da advocacia que não pode ser ignorado. As relações humanas são a grande força dos advogados. São elas que asseguram a continuidade da profissão pelos próximos anos.

Por essa razão, o olhar humanizado do Direito é capaz de encontrar soluções para os clientes das novas gerações. Eles estão mais próximos dos profissionais que contratam, querem interagir com os advogados por meio de aplicativos nos celulares, acompanhar os processos e ações.

É esse tipo de novidade que chamamos de Legal Design, tendência voltada a buscar soluções para os clientes que estão na ponta da cartela e gostam de trabalhar conjuntamente com os advogados.

4 – Inserção digital em massa dos Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia

A internet mudou a forma como acessamos a informação, como nos comunicamos e como trabalhamos. O Direito não ficou para trás nessa tendência.

Para uma profissão consolidada como a de advogado, é um desafio encaixar-se no mundo tecnológico. Administrar corretamente as ferramentas disponíveis para aumentar a produtividade dos escritórios e departamentos jurídicos, automatizar a consulta aos processos ou tomar decisões acertadas baseadas na análise de dados são apenas alguns exemplos de novas habilidades que os advogados do futuro – e do presente! – precisam desenvolver.

A automação e estruturação dos dados já é uma realidade na advocacia brasileira, portanto se você quer se estabelecer nesse mercado, não pode ficar para trás. Para 2020, a inteligência artificial estará ainda mais presente na tramitação de processos e na análise preditiva dos dados, proporcionando uma gestão inteligente para os escritórios.

Entre em contato conosco para conhecer as tecnologias jurídicas que vão auxiliar você no próximo ano e embarque nas tendências da advocacia para 2020.

Os 4 melhores canais do YouTube sobre direito e advocacia

Hoje em dia os vídeos são os principais responsáveis pelo tráfego online. Isso significa que cada vez mais as pessoas querem consumir conteúdo neste formato e que os youtubers já não apenas produzem para crianças e adolescentes. Existem produções sobre todos os assuntos que você possa imaginar. Por isso, neste texto vamos indicar para você os melhores canais do YouTube sobre direito e advocacia.

A ideia é que estes canais possam ser interessantes para profissionais que buscam diversos caminhos e possibilidades da carreira jurídica, seja empreendendo, advogando ou até mesmo prestando concurso público. Quer conhecê-los? Continue acompanhando!

1. Minutos de Direito

O canal Minutos de Direito possui mais de 115 mil assinantes não é à toa. O conteúdo compartilhado pela advogada Mariana Gonçalves é muito rico e útil para o cotidiano dos advogados, sejam eles iniciantes ou não.

O grande diferencial do canal é que a produtora de conteúdo não fala apenas sobre questões referentes à leis e direito, mas também sobre gestão, empreendedorismo e dicas de carreira. Vale a pena acompanhar!

2. Sandro Caldeira

Assim como Mariana, o professor Sandro Caldeira também é jovem e decidiu investir na carreira de produtor de conteúdo. Mas, o seu foco é outro: auxiliar pessoas que estão estudando para concursos a conseguir a tão sonhada aprovação, como ele conseguiu, já que concilia a carreira de youtuber com o cargo de delegado da Polícia Civil do RJ.

Além de apresentar o conteúdo que será cobrado nos concursos e na prova da OAB de forma didática, Sandro também dá dicas de alimentação, exercícios físicos, lifestyle e de organização, para que você consiga alcançar a maior produtividade nos seus estudos.

3. Empreendedorismo Jurídico

O canal Empreendedorismo Jurídico é do Professor Rodrigo Padilha e já alcança mais de 35 mil seguidores. Com dois novos vídeos por semana, ele promete dar “dicas de negócios para você que não foi ensinado a empreender na faculdade”.

Por esse viés diferenciado e a qualidade do conteúdo apresentado, incluímos ele em nossa lista dos melhores canais do YouTube sobre direito e advocacia. Além das dicas de gestão, Rodrigo também fala de marketing jurídico e suas especificidades, de inteligência emocional e de prospecção e atendimento a clientes, sempre focado no universo do direito. Se você quer se tornar um empreendedor neste segmento, vale a pena assinar o canal.

4. Direito em 60”

Para finalizar o nosso texto sobre os melhores canais sobre advocacia e direito, vamos falar sobre o Direito em 60”, canal de João Raphael Imperato, que já coleciona mais de 65 mil inscritos no YouTube.

Ele também fala sobre gestão e apresenta dicas das mais variadas para quem é advogado ou bacharel em direito. Em seu canal, existem algumas séries de vídeos que fazem muito sucesso e são excelentes para qualquer advogado que tem sede de conhecimento, como JRResponde e Dicas para Advogados Iniciantes.

Você deve ter percebido que a maior parte das nossas indicações são canais cujo conteúdo é voltado para gestão, empreendedorismo e tendências do mercado, em vez de falar especificamente sobre leis. A razão é que acreditamos que os advogados já são capacitados na faculdade para estas questões teóricas do universo jurídico, mas têm pouca oportunidade de aprender estas outras questões enquanto ainda estão na universidade.

Além do conteúdo em vídeo que você recebe assinando os melhores canais do YouTube sobre direito e advocacia, que tal ter acesso a outros formatos? Assine a nossa newsletter e receba em seu e-mail diversos textos sobre o universo jurídico!

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